02/02/2011

Ideias para as metropoles de 2050

Corpo urbano. de Elena Comelli(il sole24ore)
Ideias para as metropoles de 2050
(traduzido do italiano original pela nossa equipe)



Seremos 9 bilhões em 2050, 80% concentrada nas cidades. As megacidades como São Paulo, Cairo e Xangai, onde hoje gravitam em 20-50 milhões de pessoas, vão ser mais e mais densas, e as campanhas cada vez mais vazias. O segredo para uma vida sustentavel neste mundo diferante serã o das redes inteligentes, com ferrovias interconectadas com redes urbanas, redes eletricas de alta tensão destinadas a favorecer a difusão de geradores locais, a banda larga cada vez mais difundida. Somente um fluxo eficiente das pessoas, energia e informação poderá garantir no futuro a sobrevivência pacífica da humanidade e do planeta. Mas esta infra-estrutura de grandes corredores não serve somente para movimentar pessoas e recursos; desencadeia também o processo da inovação.


" Planejar as intra-estruturas requer pensar sobre as necessidades do país daqui a dez ou 20 anos, e dentro destes moldes, desenhados no nivel nacional e internacional, é mais fácil desenvolver soluções inovadoras", diz Edoardo Calia, diretor dos laboratórios de pesquisa do Istituto Superiore Mario Boella, que projetou a rede informatica do Instituto Politecnico de Torino . Basta analizar, por exemplo, os projetos pan-europeus das grandes redes ferroviárias de alta velocidade ou das redes elétricas inteligentes, necessárias ao o crescimento do sistema eólico no Mar do Norte, para entender como a inovação pode se juntar à sustentabilidade e à qualidade de vida nas obras de grande porte; assim também nos projetos menores de mobilidade urbana, que devem ser estrategicamente integrados com o conjunto estrutural do território.

"Os sistemas de mobilidade do corpo urbano são como o sistema circulatório do corpo humano: você pode ter os melhores pulmões do mundo ou os ossos mais fortes, mas sem a circulação tudo para. E è isso que está acontecendo em todas as cidades do mundo, terrivelmente afetadas por um tráfego de veículos sempre bloqueado.
Desta situação poderemos nos salvar apenas com uma infra-estrutura de mobilidade de alta tecnologia, capaz de expandir o perímetro das metropole,incluindo áreas até agora excluídas da vida das cidades ", diz Fabio Casiroli, professor de Planejamento de Transportes no Politecnico di Milano e fundador de Systematica. O carro tradicional não é mais suficiente. "A idéia de resolver o problema da última milha na mobilidade urbana com pequenos veículos elétricos vai colhendo consensos e se espalhando na Europa toda e mais além, graças aos mais recentes desenvolvimentos na indústria automotiva", explica Casiroli. Experiências congeneres pipocam por todo lado, de Paris para Parma, de Baltimore a San Francisco, de Oslo aos Emirados Árabes. "Na estratégia da mobilidade na região de Paris, à qual nós participamos, houve primeiro a revolução do bike sharing(bicicleta compartilhada), e agora estão lançando Autolib(carro compartilhado), com uma frota de 4.000 carros elétricos", completa diz Casiroli



estamos trabalhando.....


«D'altra parte – fa notare Calia – per stimolare l'innovazione ci vogliono anche percorsi certi e una serie di condizioni che non sempre si realizzano, in particolare in Italia». Un esempio eclatante è la linea Torino-Lione, che lungi dallo stimolare l'innovazione, ha foraggiato solo l'attivismo dei no-Tav. E con l'incapacità di portare avanti il progetto nei tempi previsti si avvicina anche la prospettiva di perdere i 672 milioni di finanziamento europeo. Un altro esempio è Industria 2015, quella che negli ultimi anni è stata l'iniziativa governativa più significativa per legare lo sviluppo delle infrastrutture all'innovazione, ma i cui fondi sono erogati con il contagocce, tanto che molte delle oltre 140 imprese vincitrici dei bandi hanno dovuto fermarsi. «E anche se gli strumenti di finanziamento avessero funzionato, resta comunque un problema sviluppare con quel sistema burocratico interventi realmente innovativi: all'interno dei consorzi di 40 o 50 partner che si sono formati, ognuno cerca di far emergere la propria soluzione su quelle degli altri, invece di mettere le competenze a fattor comune per creare qualcosa di veramente nuovo», analizza Calia. Il sistema, mirato al sostegno dell'innovazione, fallisce così per carenza di leadership e coordinamento.

Coordinamento è una parola importante in questo quadro di sviluppo, dove l'integrazione fra le varie reti sempre più intelligenti sarà d'obbligo. Guardiamo il caso del Biglietto Integrato Piemonte. Da anni la Regione sta tentando un coordinamento fra decine di società di trasporto pubblico, per dare all'utente una comodità importante: un biglietto unico per tutti i mezzi che prende sul territorio piemontese. È chiaro che per centrare l'obiettivo bisognerebbe introdurre una tessera elettronica, attrezzare tutti i bus con dei lettori, ma soprattutto coordinare i flussi di cassa. Sono comodità che già esistono altrove, non occorre neanche andare tanto distante: il Canton Ticino, ad esempio, offre un servizio analogo a tutti i cittadini, la carta Arcobaleno. Con un piccolo particolare in più: nella carta Arcobaleno sono incluse anche le ferrovie, che ormai, anche fisicamente, hanno assunto l'aspetto gentile di una grande metropolitana.


"Por outro lado - Calia notas - para estimular a inovação tem também certos caminhos e uma série de condições que não vêm sempre verdadeiro, especialmente na Itália." Um exemplo flagrante é a linha Turim-Lyon, que, longe de incentivo à inovação, tem financiado apenas ativismo dos não-Tav. E com a impossibilidade de continuar o projeto no tempo é também aproximar a perspectiva de perder 672 milhões de fundos europeus. Outro exemplo é o da Indústria 2015, que nos últimos anos tem sido a iniciativa do governo mais importantes para vincular o desenvolvimento das infra-estruturas para a inovação, mas cujos recursos são fornecidos com um conta-gotas, de modo que muitos dos mais de 140 empresas que venceu o concurso tive que parar. "E embora os meios de financiamento tinha trabalhado, continua sendo um problema desenvolvido com o sistema burocrático que realmente intervenções inovadoras: dentro de 40 ou 50 consórcios de parceiros que se formaram, cada um tenta trazer a sua própria solução para os de outros, em vez de colocar um fator comum habilidades para criar algo realmente novo ", analisa Calia. O sistema, que visa apoiar a inovação, a falhar por falta de liderança e coordenação.

Coordenação é uma palavra importante neste contexto de desenvolvimento, onde a integração entre as diversas redes vai ser mais esperto em ordem. Nós olhamos para o caso da Business Integrated Piemonte. Durante anos, a região está tentando coordenar entre as dezenas de empresa de transporte público, para lhe dar um conforto importante: um bilhete único para todos os meios que tem na região de Piemonte. É claro que o objetivo deve ser a introdução de um cartão electrónico, equipar todos os ônibus com os leitores, mas também para coordenar o fluxo de caixa. Estou confortável em que já existem em outros lugares, nem preciso ir tão longe: o cantão de Ticino, por exemplo, oferece um serviço similar para todos os cidadãos, o Cartão do arco-íris. Com um pouco mais, em especial: Rainbow em papel também estão incluídos ferrovias, agora, até mesmo fisicamente, tomaram a espécie forma de uma grande área metropolitana.